Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 3 de outubro de 2022 · 2 min de leitura ·

Chuva de meteoros, mercúrio visível e mais: confira o calendário astronômico de outubro

Chuva de meteoros, mercúrio visível e mais: confira o calendário astronômico de outubro

O fim do ano está chegando e 2022 foi cheio de eventos espaciais importantes no nosso calendário astronômico. No entanto, ainda tem muita coisa por vir e outubro é a prova disso. Nesse mês, tem chuvas de meteoros, o aguardado lançamento da missão Crew-5 e um eclipse solar parcial na Europa, África e partes da Ásia.

Veja abaixo nosso calendário astronômico de setembro com os eventos mais importantes. Lembramos que todas as datas, horários e referências geográficas consideram um observador baseado em Brasília, e podem ser ligeiramente diferentes de acordo com sua posição no país.

5 de outubro: É hora da Crew-5. Essa não é a primeira (nem a segunda) vez que a missão da NASA com a SpaceX para levar astronautas para a estação espacial aparece no nosso calendário astronômico. O último adiamento aconteceu durante o fim de semana por conta da passagem do furacão Ian. No entanto, agora parece que tudo está certo para o dia 5.A janela de lançamento abre às 13h (horário de Brasília), com uma oportunidade de backup disponível na quinta-feira (6), ao meio-dia.

8 de outubro: Três dias depois é a vez da conjunção da Lua com o planeta Júpiter.

8 de outubro: Também neste dia temos Mercúrio em um bom momento para ser visível a olho nu. De acordo com o In The Sly, o planeta vai estar visível durante um curto período de tempo entre as 5h e 5h50 da manhã, antes do Sol nascer. Mercúrio deve ser visível pouco acima do Sol. Lembrando que estar afastado dos centros urbanos e com o céu limpo é importante para a observação.

8 e 9 de outubro: Dia cheio. A data também conta com a chuva de meteoros Draconídeas que deve estar em seu auge nesse período. No entanto, sua observação não é fácil, a chuva é considerada fraca, com cerca de 10 meteoros por hora e geralmente é visualizada mais facilmente no hemisfério norte. 

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