
A francesa Citroën foi uma das primeiras a se manifestar na última sexta-feira (28):
“Olá à plataforma de mídia social de propriedade de um de nossos concorrentes”, diz a postagem.
O conflito de interesses será um problema ainda maior no futuro. Embora a Citroën ainda não seja uma concorrente direta da Tesla (apesar de já vender carros elétricos) é inevitável que isso aconteça, já que a marca francesa planeja vender apenas EVs na Europa a partir de 2030.
A marca, inclusive, adicionou um novo modelo à sua linha, o fastback elétrico Ë-C4, que briga basicamente no mesmo segmento do Model 3 da Tesla.
Outra montadora que reagiu à notícia da compra do Twitter por Elon Musk foi a General Motors. A empresa norte-americana disse à CNBC que suspendeu seus anúncios pagos veiculados no Twitter após receber a notícia.
Enquanto isso, a Ford disse ao portal de notícias que atualmente não está anunciando na rede social, mesmo antes do acordo com o CEO da Tesla: “Continuaremos a avaliar a direção da plataforma sob a nova propriedade”, informou a empresa em comunicado.
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