
Todos os ciclistas que utilizam (ou querem utilizar) uma bicicleta elétrica sempre têm três perguntas em mente: quão rápida ela é? Ela pedala quando carregada? Quão longe ela pode ir?
Dessas, a mais difícil de responder é a última. Isso porque é igual perguntar a uma pessoa quanto tempo ela consegue passar consumindo apenas R$ 100 em comidas: depende de como ela estiver gastando esse dinheiro. O alcance de uma bicicleta elétrica dependerá de como o ciclista usá-la, por exemplo, pedalando sem parar ou aproveitando momentos de descanso com o impulso.
São muitas variáveis, mas um artigo da Electrek tentou encontrar as respostas para as três perguntas nas bikes de maior alcance do mercado atualmente.
A Optibike tem certa experiência no ramo das bicicletas elétricas: a empresa é uma das mais antigas do setor nos Estados Unidos. Seu mais recente lançamento é evolução gigante em relação às bikes anteriores. A Optibike R22 Everest supostamente pode escalar o Monte Everest com única carga.
Isso é graças à bateria, removíveis e projetadas dos dois lados do quadro da bicicleta. Ela tem 3,26 kWh de células de íon de lítio embutidas, seis vezes mais do que um modelo comum de baixo custo no País.
Porém, a bike custa muito mais: é sete vezes mais cara que uma comum, saindo por U$ 18,9 mil (cerca de R$ 93 mil). Provavelmente essa não é uma preocupação para quem almeja atingir o topo do Everest pedalando.
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