
Nesta sexta-feira (6), é comemorado o Dia do Astrólogo. A raiz etimológica da palavra astrologia se originou a partir da junção dos termos gregos astron, que significa “estrelas” ou “astros”, e logos, que quer dizer “estudo”. No entanto, embora tenha relação com o “estudo dos astros”, ela é, na verdade, uma pseudociência, não devendo ser confundida com a astronomia.
Basicamente, a astrologia relaciona a posição dos astros no céu, tanto no nascimento quanto diariamente, com fatos na Terra, incluindo os humores e destinos das pessoas. Ela assume que há ação dos corpos celestes sobre os objetos animados e inanimados, e que os ângulos aparentes entre os planetas no céu afetam a humanidade.
Segundo o professor e astrônomo George Abell, em seu livro The Science Teacher (O Professor de Ciências), a astrologia começou no vale dos rios Tigre e Eufrates, no atual Iraque, cerca de 3.000 a.C..
Naquela época, os mesopotâmicos e os babilônios acreditavam que os planetas, o Sol e a Lua (e seus movimentos) influenciavam a vida dos reis e das nações. Por volta de mil anos depois, os chineses adotaram crenças similares.
Quando a cultura babilônica foi incorporada pelos gregos, em torno de 500 a.C., a astrologia gradualmente se espalhou pelo ocidente. Então, os gregos, aos poucos, democratizaram esse conhecimento, desenvolvendo a tradição de que os planetas influenciavam a vida de todos os indivíduos e que a configuração planetária do momento do nascimento das pessoas afetaria sua personalidade e seu futuro.
Conhecida como “astrologia natal”, essa forma de astrologia alcançou seu ápice com o grande astrônomo Claudius Ptolomeu (85-165 d.C.). Seu trabalho Tetrabiblos permanece como base da astrologia ainda nos dias de hoje.
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