
O radar é uma das ferramentas mais importantes da gestão de tráfego urbano de veículos. Com ele, as empresas responsáveis, por exemplo, pela concessão de rodovias podem manter mais segurança no trânsito desses lugares com regras e multas para inibir altas velocidades que podem, por vezes, colocar outras pessoas em risco.
O Olhar Digital traz curiosidades e informações sobre a real tolerância de velocidade suportada pelos radares.
Sir Robert Watson-Watt e sua equipe de engenheiros no Reino Unido desenvolveram e utilizaram o primeiro radar na década de 1930. Eles inventaram o radar com uma finalidade militar e o utilizaram para detectar aeronaves inimigas durante a Segunda Guerra Mundial.
Em resumo, o radar do sistema originalmente recebeu o nome de “Radio Detection and Ranging” (Detecção e Localização por Rádio, em tradução livre) e tinha o objetivo de detectar objetos distantes usando ondas de rádio. Assim sendo, ele operava emitindo pulsos de rádio e medindo o tempo que levavam para os sinais refletidos retornam após baterem em um objeto.
A princípio, o desenvolvimento do radar teve um impacto significativo na guerra, permitindo a detecção antecipada de aeronaves inimigas e a coordenação de defesas aéreas. Após a guerra, a tecnologia do radar começou a ser aplicada em outras áreas, incluindo a aviação civil e a fiscalização de trânsito.
Um veículo na velocidade de até 100 km/h, tem uma tolerância fixa imposta pelo sistema de 7 km/h. Ou seja, num trecho onde a máxima é de 30 km/h o motorista poderá passar numa velocidade de até 37 km/h sem ser multado.
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