
Astrónomos descobriram um novo planeta potencialmente habitável muito próximo e com um tamanho semelhante ao da Terra e que orbita a uma distância de sua estrela que pode permitir a existência de vida como conhecemos.
Com as tecnologias que temos hoje, buscar um exoplaneta pequeno como esse é mais complicado. Isso porque as técnicas usadas para descobrir um novo planeta é feita de forma indireta, observados as interações dele com suas estrelas.
Existem dois métodos para que um novo exoplaneta seja descoberto. O método de trânsito, que observa quedas regulares na luz da estrela quando um objeto passa na frente dela. Essa técnica pode ser usada quando o planeta orbita entre a Terra e o seu Sol.
O outro método é o de velocidade radial. Ele detecta alterações nos comprimentos de onda emitidos pelas estrelas, quando ela é minimamente movida devido à interação gravitacional que aconteceu com a passagem do planeta.
Assim quanto menor o planeta, menor vai ser a sua interação com a estrela que ele orbita. Por causa disso, menos de 1,5% dos cerca de 5200 exoplanetas descobertos até hoje possuem massa menor que 2 vezes a da Terra.
Dos 1,5% desses planetas que não são 2 vezes maiores que a Terra, apenas alguns deles estão a uma distância suficiente de suas estrelas para que água possa ser encontrada no estado líquido.
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