
Enviar astronautas ao espaço, lançar satélites para a órbita da Terra e tocar pesquisas científicas. Em suma, é para isso que servem as agências espaciais. Para isso, as instituições coordenam os programas espaciais dos seus respectivos países.
Essas atividades, quando realizadas com sucesso, garantem autonomia para os países. E eles também ficam bem na praça internacional. Mas ter agências espaciais e programas decentes custa caro – na casa dos bilhões de dólares mesmo.
Existem 72 agências espaciais no mundo. Entre elas, estão alguns nomes familiares, por exemplo: Nasa (agência dos EUA), ESA (da Europa) e Roscosmos (da Rússia). Mas, veja você, o Brasil também tem uma agência espacial: a AEB.
Dessas dezenas de agências, apenas seis têm tecnologia e recursos suficientes para realizar as etapas de um lançamento sem precisar de ajuda. São elas: Nasa, ESA, Roscosmos, CNSA (da China), Isro (da Índia) e Jaxa (do Japão).
A ESA, diferente das outras citadas até o momento, abriga 22 países europeus debaixo da sua asa. Entre eles, estão: Alemanha, Espanha, França, Itália e Portugal.
Os astronautas dessas agências espaciais contam, desde 2010, com um laboratório enorme, na órbita da Terra: a EEI (Estação Espacial Internacional). Lá, os astronautas participam de missões em que realizam pesquisas e monitoram nosso planetinha azul.
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