
Um elemento químico é, de longe, o mais comum do Universo. Ele encabeça o ranking com larga vantagem em relação às demais substâncias.
Estamos falando do hidrogênio, que, por ser o mais leve de todos os componentes da tabela periódica (com núcleo formado apenas por um próton), é o mais abundante do cosmos.
Ele é, por exemplo, o principal componente de Júpiter e de outros gigantes gasosos, sendo também muito presente nas estrelas. Mas, será que essa também é a situação na Terra, em específico?
Depois dos três citados, a representatividade dos elementos químicos no espaço vai diminuindo. Somente o carbono, o neônio, o ferro, o nitrogênio, o silício, o magnésio, o enxofre e o argônio apresentam abundâncias atômicas superiores a 0,01%.
No outro extremo da lista, entre os elementos químicos mais raros, estão o rênio, o lutécio, o túlio e o tântalo.
Por aqui, o hidrogênio não aparece nem próximo do topo da lista. Considerando apenas a crosta terrestre, a substância ocupa a nona colocação.
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