
Existem teorias da conspiração de que o Museu Smithsonian, localizado nos Estados Unidos, estaria escondendo evidências de que os antigos egípcios teriam ido ao Grand Canyon e deixado hieróglifos e múmias para trás, tudo graças a uma história com mais de 100 anos de idade.
A teoria começou quando o jornal Arizona Gazette publicou em 1909 contos de um historiador conhecido como GE Kincaid e sua aventura pelo Rio Colorado, que passa pelo Grand Canyon.
Em um das histórias, Kincaid teria avistado nos grandes paredões do cânion a entrada de uma caverna a cerca de 609 metros acima do leito do rio, ao chegar lá teria encontrado passagens que o levou até uma cripta cheia de múmias.
[Na câmara] estão fileiras de múmias, cada uma ocupando uma prateleira separada. Na cabeceira de cada um há um pequeno banco, no qual são encontrados copos de cobre e pedaços de espadas quebradas. Algumas das múmias são cobertas com argila e todas são envoltas em um tecido de casca de árvore.
Além das múmias, o local estava cheio de hieróglifos, nas paredes e urnas, e relíquias, que ele pegou e enviou para o Museu Smithsonian, em Washington D.C.
Kincaid também relatou ao jornal que além da cripta, existia um corredor transversal com centenas de metros, onde existiam quartos e grandes câmeras esculpidas na pedra. No local também existia um ídolo de um deus segurando um lírio ou flor de lótus em cada mão, com pernas cruzadas e um rosto que lembrava os povos do leste asiático.
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