
O Extremely Large Telescope (ELT) será o maior telescópio do mundo para observações na luz visível e infravermelha. O dispositivo do Observatório Europeu do Sul (European Southern Observatory, ou ESO) está em construção há nove anos e metade do projeto já está finalizado. O ESO é uma organização intergovernamental estabelecida em 1962 apoiada por 16 países membros (Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Polônia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido ), o país anfitrião, o Chile, e parceiros estratégicos.
O Extremely Large Telescope está em construção desde 2014 na montanha Cerro Armazones, no Deserto do Atacama, no Chile.
Devido à pandemia da Covid-19, a primeira metade do projeto levou mais tempo do que o esperado para ser concluída. Espera-se que a segunda metade seja mais rápida, se não houver outros impedimentos.
O ELT vai servir para estudar exoplanetas na zona habitável de suas respectivas estrelas. Além disso, ele poderá investigar energia e matéria escura, estrelas da Via Láctea e buracos negros.
Vitoria Lopes Gomez é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e redatora do Olhar Digital.
Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.
Entre para comentar.