
Os carros elétricos estão expandindo seu mercado pelo mundo. No Brasil, ainda se vê poucos deles comparados aos veículos que rodam a combustão, mas já estão começando a ficar comuns nos Estados Unidos.
Já é um fato: por lá eles estão se tornando mais populares, e cerca de 1,2 milhão foram vendidos nos EUA durante 2023, segundo o Kelley Blue Book. No entanto, apesar dessa popularidade crescente, eles ainda são mais caros do que seus equivalentes que precisam de gasolina para andar.
Em fevereiro, o preço médio pago por um carro elétrico nos EUA foi de US$ 52.314 (R$ 290.708, na conversão direta), segundo dados da Cox Automotive, 12,8% menos que no ano anterior. Ainda que dependa do modelo que se busca, nos casos em que o veículo elétrico é mais caro, os estadunidenses parecem topar o valor mais elevado.
Um relatório recente da GBK Collective, uma consultoria de marketing, descobriu que potenciais compradores de veículos elétricos estão dispostos a pagar até US$ 7,65 mil (R$ 42,51 mil) a mais por um veículo elétrico em comparação com um carro movido a gasolina e os atuais proprietários de veículos elétricos gastariam até US$ 10 mil (R$ 55,57 mil) a mais.
Além disso, especula-se que 54% dos consumidores ainda céticos em relação a ter um veículo elétrico, considerarão a compra de modelo movido a baterias dentro de três a cinco anos.
A explicação para isso não é nada complexa: mesmo que donos de carros elétricos paguem mais para adquirir o veículo, eles entendem que, no longo prazo, vão economizar para manter o carro do que se tivessem um modelo a combustão.
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