
A guerra entre Rússia e Ucrânia aumentou as tensões na Europa. Em meio a várias ameaças de escalar o conflito, uma cena impressionou e alarmou a comunidade internacional nos últimos dias. Um vídeo mostra um avião russo dando um “chega pra lá” em um caça da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
🔥 A Russian Su-27 intercepting NATO F-15 trying to get closer to a Tu-22m3. #su27 #su27flanker #su27ukraine #su27flanker🇷🇺 #warthunderaviation #aviation
Especialistas explicam que interceptações e escoltas devem sempre manter a segurança do voo, o que não aconteceu neste caso em específico. Segundo eles, foi preciso desviar para evitar uma colisão em pleno ar.
Além dos riscos, o caça russo descumpriu algumas regras do setor da aviação. Ao se tomar conhecimento da presença de uma aeronave não identificada ou inimiga no espaço aéreo de um país, e não em área internacional, podem ser tomadas algumas atitudes.
A primeira delas é a aproximação. Geralmente feita por trás, ela pode ser realizada individualmente ou em duplas. Sempre é mantida uma distância segura para evitar que a operação coloque em risco o voo.
No processo de identificação, a aeronave suspeita passa a ser observada mais de perto, e são buscadas informações capazes de identificá-la, como matrícula, quem está no comando, modelo entre outras.
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