
Diferentes formas de radiação ocorrem naturalmente na Terra, enquanto outras são produzidas pela tecnologia moderna. Embora a radiação possa ser benéfica em diversas áreas, o que inclui tomografias e raios X, ela deve ser adequadamente controlada.
Até mesmo a luz solar, a radiação mais importante para a manutenção da vida humana, pode ser prejudicial em quantidades excessivas.
Quando a radiação tem muita energia, ela começa a afetar os átomos das células vivas e danifica o material genético (DNA), recebendo o nome de radiação ionizante.
A radioatividade, radiação ionizante liberada por um material radioativo, é medida em becquerels (Bq) – quanto maior o número, maior a radiação liberada pelo material – e o risco da exposição à radioatividade é determinado pelo cálculo da dose efetiva, expressa em uma unidade chamada sievert (Sv).
Para a maioria das situações, e ao considerar os efeitos tardios, é mais comum medir as doses de radiação recebidas pelas pessoas em microsieverts (μSv), um milionésimo de sievert, ou milisievert (mSv), um milésimo de Sievert que corresponde a 0,1 rem.
Nos EUA, a dose média recebida em 3 anos de exposição à radiação natural é de aproximadamente 1 rem. Para fins de comparação, uma tomografia do corpo inteiro resulta em uma dose de 10 mSv (1 rem), enquanto a dose de um único raio X no tórax é de 0,02 mSv (0,002 rem).
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