
Desde novembro de 2022, o ChatGPT dominou o mundo com suas funcionalidades mais do que incríveis, mostrando o poder da IA generativa.
Menos de um ano após seu lançamento, uma equipe do MIT apresentou um sistema que pode dar a programas de machine learning (aprendizado de máquina) várias ordens ainda mais poderosas que as comportadas pelo ChatGPT.
Além disso, o sistema desenvolvido pela equipe pode usar menos energia para as ordens do que supercomputadores de última geração que operam os modelos de aprendizado de máquina atuais.
Os autores indicam, ainda, que, como resultado, a novidade poderá fazer com que smartphones e outros pequenos dispositivos se tornem capazes de rodar programas que, atualmente, só são executáveis em grandes centros de dados.
Ainda, já que seus componentes são fabricáveis por meio de processos já existentes, “esperamos poder colocá-lo em uso comercial em poucos anos. Por exemplo, as matrizes de laser envolvidas são amplamente usadas em telefones celulares ID e comunicação de dados”, relata Zaijun Chen, principal autor da pesquisa, que a conduziu enquanto associado de pós-doutorado no MIT no Laboratório de Pesquisa em Eletrônica.
O ChatGPT é limitado em seu tamanho pelo poder dos supercomputadores de hoje. Simplesmente, não é economicamente viável treinar modelos que são muito maiores. Nossa nova tecnologia pode possibilitar o salto para modelos de aprendizado de máquina que, de outra forma, não seriam alcançáveis em futuro próximo. Não sabemos que capacidades terá o ChatGPT de próxima geração se for 100 vezes mais potente, mas é esse o regime de descoberta que este tipo de tecnologia pode permitir.
Entre para comentar.