
O mês de julho de 2023 já é considerado o mais quente desde o início das medições de temperaturas na Terra. A onda de calor tem provocado mortes e incêndio florestais no Hemisfério Norte, além de aquecer as águas dos oceanos acima do normal. Esse aumento das temperaturas afeta a vida marinha, especialmente os recifes de corais, que podem morrer em função do calor excessivo.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.
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