
Recentemente, cientistas descobriram, nos EUA, vírus gigantes e com tentáculos. Alguns deles são completamente esquisitos, com formatos de estrelas e tartarugas, por exemplo.
Os que possuíam tentáculos lembravam polvos (se pensarmos que os polvos são animais meio estranhos e feios, um vírus gigante que se parece com eles, então…). Vale ressaltar que eles eram desconhecidos até pouco tempo.
Essas descobertas implicam no fato de os vírus gigantes empregarem variedade muito maior de estruturas de capsídeo [invólucro composto de material proteico que envolve o vírus] para interagir com as células hospedeiras do que é conhecido atualmente.
[O estudo] oferece primeiro vislumbre da vasta diversidade de estruturas virais inexploradas no solo e reforça o potencial da microscopia eletrônica para descobertas fundamentais na área da microbiologia ambiental
Os vírus gigantes, por si só, já são totalmente desconhecidos pelo ser humano. Porém, os vírus em geral também são, em sua maioria – da mesma forma que desconhecemos boa parte do oceano e do Espaço.
Para se ter uma ideia, os pesquisadores do estudo germano-estadunidense afirmam que “estima-se que 97% das partículas vírus [conhecidas por virions] na Terra são encontradas em sedimentos e solos, mas apenas alguns grupos de bacteriófagos [vírus que se alimentam apenas de bactérias] que vivem no solo foram estudados com maior detalhamento”.
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