
Operações militares são caras e complexas. Uma arma de ponta, uma bomba, um tanque ou um helicóptero de combate custam milhões de dólares aos cofres públicos de um país.
Uma guerra, no entanto, não é vencida apenas com força bruta. A história mostra que os bons estrategistas quase sempre saem triunfantes.
Nesse contexto, unidades de suporte fazem a diferença nos mais variados tipos de conflito. Imagine enviar uma corporação a um ponto estratégico isolado. Os soldados precisam ficar lá por mais tempo que o previsto, mas faltam suprimentos.
A base até poderia mandar um helicóptero, mas o custo da operação é alto e esse tipo de aeronave não consegue pousar em terrenos acidentados.
Pensando em uma situação como essa, a Força Aérea dos EUA investiu milhões de dólares em uma parceria com a empresa Piasecki Aircraft Corporation. O resultado atende pelo nome de Aerial Reconfigurable Embedded System, ou, se você preferir, Projeto ARES.
O investimento da Força Aérea americana girou na casa dos US$ 37 milhões. Um custo relativamente pequeno, se levarmos em conta o tamanho da instituição.
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