Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 15 de agosto de 2023 · 2 min de leitura ·

A cápsula do tempo que só poderá ser aberta daqui a 6 mil anos

A cápsula do tempo que só poderá ser aberta daqui a 6 mil anos

A maior cápsula do tempo foi selada há mais de 80 anos, no entanto, ela não será aberta por mais de 6 mil anos. Sua inspiração é nos antigos egípcios e ela mostrará para as futuras civilizações um pouco de como era a Terra na década de 1930.

A ideia foi concebida pelo historiador Thornwell Jacobs em 1936, enquanto ele estudava o Antigo Egito. Ele percebeu o quão pouco sabíamos sobre a antiga civilização, e que todo conhecimento que tínhamos era graças as tumbas dos antigos faraós, as pirâmides, e a algumas tabuletas sumérias com inscrições.

Assim surgiu a ideia de eternizar o momento em que ele vivia como um dever arqueológico para futuras civilizações estudarem. Surgia então a primeira cápsula do tempo moderna.

Em uma grande sala, que era uma antiga piscina, localizada em Phoebe Hearst Hall, na Oglethorpe University, na Geórgia, Jacobs encheu de artefatos da década de 1930 e dos últimos 6 mil anos. Como uma espécie de “tumba do faraó” a cápsula contém:

Entre os artefatos do cotidiano da época, estava um pequeno modelo do Pato Donald, mas nenhuma joia, metais preciosos ou outro item de valor foi guardado na cápsula.

Para tentar suprir a barreira da comunicação que existirá entre nós e as futuras civilizações, também foi deixado na sala um integrador de linguagem. O dispositivo funciona a manivela e combina simultaneamente imagem, nome em inglês e pronúncia de determinados objetos,

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