
Algumas empresas estão apostando na fabricação de produtos no espaço, entre eles medicamentos e chips semicondutores. Parece ficção científica, mas não é. O espaço oferece um ambiente único para pesquisa e desenvolvimento porque seus níveis mais altos de radiação, microgravidade e estado quase sem vácuo permitem que as empresas criem novos métodos de fabricação ou materiais que não são possíveis na Terra.
A Estação Espacial Internacional já recebeu vários experimentos de acadêmicos, agências governamentais e até clientes comerciais para o desenvolvimento de tecnologia ligada ao crescimento de tecidos humanos, fabricação de semicondutores e até de novos medicamentos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o presidente Joe Biden reservou US$ 5 milhões, quase R$ 25 milhões, para a Nasa realizar pesquisas relacionados ao combate ao câncer no espaço.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.
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