
Como informamos aqui no Olhar Digital no início do mês, a BYD confirmou quais serão os dois primeiros modelos produzidos pela marca aqui no Brasil. Tratam-se do SUV híbrido plug-in Song Pro e do compacto elétrico Dolphin Mini.
O Song Pro, aliás, será também o primeiro modelo híbrido flex da empresa, ou seja, um carro que pode utilizar tanto gasolina quanto etanol como combustível.
Essa é uma demanda típica do nosso mercado. Nós já explicamos em outro texto que, no país, o custo-benefício da gasolina é superior ao do álcool na imensa maioria das vezes. O brasileiro, no entanto, parece gostar de ter a opção de escolha. Tanto que os modelos flex dominaram as concessionárias durante anos e anos por aqui.
A BYD argumenta que, além dessa característica de mercado, o etanol também pode ser considerado um combustível mais limpo e que polui menos. Em outras palavras: pode se mostrar um combustível viável para o futuro.
Em comunicado, a empresa disse que “além de aproveitar o potencial do etanol, o motor flex da BYD também melhora a eficiência do veículo, reduzindo a diferença de rendimento em relação à gasolina”.
O projeto contou com a colaboração de mais de 100 engenheiros chineses e brasileiros e deve estar disponível na segunda fase de produção em solo nacional. Devemos, portanto, esperar um pouco antes de vermos esse Song Pro híbrido flex nas ruas brasileiras.
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