
Os modelos de negócios que envolvem uma assinatura mensal se tornaram populares durante os últimos anos. Afinal, eles oferecem praticidade ao consumidor e permitem personalização — a depender do produto ou serviço comercializado.
As plataformas de streaming, como Netflix, Spotify, entre outras, são as mais conhecidas quando pensamos nesse formato e se tornaram referência para o setor de mídia ao implementar esse modelo de consumo. Tal dinâmica, de tão bem-sucedida, logo se espalhou também como alternativa para outros serviços e, mais recentemente, para o mercado de energia.
Cogitar a possibilidade de oferecer e consumir energia por assinatura era algo impensável anos atrás. Porém, por meio da geração distribuída, esse consumo se tornou não só possível, como também vantajoso e rentável para o consumidor e para o planeta.
Tudo começa com a fonte de energia, com os parques solares que contêm milhares de placas fotovoltaicas e geram eletricidade por meio da radiação solar. A energia gerada nesses locais é inserida nas companhias de distribuição e compartilhada entre os consumidores. Como a energia fotovoltaica é mais barata e sustentável, quem faz o seu cadastro para consumi-la gera créditos na conta de luz. As companhias elétricas verificam quem tem o cadastro e converte esse crédito em desconto.
Nessa equação, quem sai ganhando é o consumidor, já que pelo modelo de assinatura, ele evita o estresse com qualquer tipo de obra. Isso porque ele não precisa realizar a instalação de placas solares na sua residência.
Ou seja, o usuário utiliza a energia solar da mesma maneira que assiste a sua série ou filme favorito: tudo 100% online. E o melhor: não é preciso pagar uma mensalidade para fazer a adesão, diferentemente dos serviços de streaming.
Entre para comentar.