
A placa padrão Mercosul está em vigor no Brasil desde 2020, no entanto, ela ainda não foi incorporada em todos os veículos do país. Isso porque a troca da antiga placa cinza pela nova não é um procedimento obrigatório, porém, em algumas situações a troca pelo padrão atual é exigida.
Caso o motorista adquira um veículo zero quilômetro, o primeiro emplacamento já é feito seguindo o padrão Mercosul de forma automática, evitando que o comprador tenha essa preocupação. Se o automóvel vendido for usado e ainda estiver com a placa cinza, será preciso a substituição pela versão do Mercosul, uma vez que a transferência do carro é uma das situações que exige a mudança.
Outros casos em que a troca do modelo da placa é obrigatória é a mudança de estado ou município, e se houver dano, furto ou perda da chapa de identificação. Se o motorista quiser, ele também pode fazer a troca voluntariamente. Se você precisa ou quer fazer a substituição, veja abaixo a matéria sobre como fazer isso e quanto custa essa mudança.
A placa Mercosul é o modelo mais atual de Placa de Identificação Veicular (PIV) que segue o padrão estabelecido pelo Mercosul. Seu objetivo de padronizar as placas dos países que integram o bloco econômico, dificultando assim as falsificações.
A utilização da placa Mercosul somente é obrigatória para veículos novos, regra que começou a valer a partir de 31 de janeiro de 2020. No caso de veículos usados, a nova placa somente substitui a cinza já conhecida em casos específicos, como já citado no início da matéria. São eles:
Para fazer a substituição, é preciso solicitar uma segunda via ao Detran de seu estado. Se for de São Paulo, é possível fazer o agendamento em uma unidade através do link. Entretanto, é preciso comparecer presencialmente na unidade para entregar os documentos necessários.
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