Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 18 de setembro de 2023 · 2 min de leitura ·

Universo: o que é, como ele se originou, e onde estamos nele?

Universo: o que é, como ele se originou, e onde estamos nele?

O termo “big bang”, também chamado de “grande expansão”, se refere à ideia dominante na teoria cosmológica de que o universo surgiu de um ponto único, inimaginavelmente quente e denso, há 13,7 bilhões de anos. Essa teoria nasceu da observação de que outras galáxias estão se afastando da nossa em grande velocidade e em todas as direções. E, ainda que a maioria dos astrônomos use a teoria para explicar como o universo começou, o que causou essa expansão ainda é um mistério.

De acordo com a Nasa, “o universo é tudo”, pois ele inclui todo o espaço e toda a matéria e energia que o espaço contém. Isso significa que planetas, luas, estrelas, asteroides e cometas, e todas as outras coisas que os astrônomos ainda não conseguem observar, fazem parte do universo.

Sendo assim, o big bang foi o momento em que o universo começou, como uma pequena e densa bola de fogo que se expandiu. Isso não ocorreu em um espaço já existente, o big bang foi o evento que iniciou a expansão e o resfriamento do próprio espaço. 

Quando o universo era muito jovem – algo em torno de um centésimo de bilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo -, e ainda muito compacto – menos de um bilionésimo do tamanho de um único átomo -, ele passou por um incrível crescimento acelerado.

Durante essa expansão, que é conhecida como inflação, o universo cresceu exponencialmente e dobrou de tamanho pelo menos 90 vezes. Após a inflação, o universo continuou a se expandir, mas em um ritmo muito mais lento. No início, nos primeiros anos após a “explosão” do big bang, tudo era feito de gás. Esse gás, principalmente hidrogênio e hélio, expandiu-se e esfriou.

Ao longo de bilhões de anos, a gravidade fez com que o gás e a poeira formassem galáxias, estrelas e planetas. As galáxias se reuniram em grupos, aglomerados e superaglomerados. Algumas estrelas morreram em explosões de supernovas, cujos remanescentes químicos semearam novas gerações de estrelas e possibilitaram a formação de planetas rochosos.

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