
A Saudi Aramco, a maior companhia petrolífera do mundo, anunciou na última segunda-feira (21) uma parceria com a gigante chinesa dos carros elétricos BYD.
O comunicado deixou muita gente perplexa: como duas empresas que produzem coisas praticamente antagônicas podem fechar um acordo? É isso que o Olhar Digital explica nas linhas a seguir.
Segundo informa a Reuters, esse acordo visa o desenvolvimento de novas tecnologias, com foco na melhora da eficiência dos veículos em conjunto com preocupações ambientais.
É importante destacar que a Aramco é uma empresa estatal, ou seja, que pertence ao governo saudita. E não é segredo para ninguém que o país vem tentando diversificar sua economia.
São empreendimentos com foco no turismo, no entretenimento e no esporte. A Arábia Saudita deve receber, por exemplo, a Copa do Mundo de 2034. E, até lá, o governo planeja apresentar ao mundo as cidades mais tecnológicas que já existiram.
Pois é, a BYD pode usar a grana do petróleo para realizar novas pesquisas e para o desenvolvimento de tecnologias de carbono zero. Contraditário? Talvez, mas o importante é o resultado final.
Entre para comentar.