
A saída de Elon Musk do governo dos Estados Unidos, confirmada nesta semana, foi um verdadeiro alívio para os investidores da Tesla. O bilionário foi escolhido por Donald Trump para realizar cortes drásticos nos gastos públicos.
O empresário esteve à frente do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês), cuja atuação provocou milhares de demissões, além da redução do número de agências da Casa Branca. Estas ações, no entanto, acabaram gerando muitas polêmicas e prejudicando as empresas de Musk.
A carta também pede a criação de um plano de sucessão claro, de longo e curto prazo para a administração da Tesla. Além de solicitar o estabelecimento de uma política que limite os compromissos externos de membros conselho em outras empresas públicas e privadas.
No mês passado, a imprensa dos EUA informou que o conselho da Tesla estava procurando um novo CEO. Denholm, no entanto, afirmou que a alegação era falsa e manifestou total confiança na capacidade de Musk para superar a atual crise da montadora.
O último balanço financeiro da empresa de veículos elétricos registrou uma queda de 71% no lucro e uma redução de 13% nas vendas em comparação com o mesmo período de 2024. Analistas atribuem esse fraco resultado ao trabalho de Musk no governo dos EUA.
Desde que o empresário assumiu o cargo na Casa Branca, as ações da Tesla caíram cerca de 24%. Os papéis da empresa chegaram a se recuperar parcialmente nos últimos dias, após o bilionário confirmar que deixaria seu posto na gestão Trump.
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