Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 9 de junho de 2026 · 2 min de leitura ·

Sabia que robotáxis quase se tornaram realidade nos EUA de 1964?

Sabia que robotáxis quase se tornaram realidade nos EUA de 1964?

A proposta de um transporte urbano totalmente automatizado, capaz de levar passageiros de forma direta e individualizada, surgiu a partir de estudos do engenheiro Donn Fichter ainda na década de 1950, nos Estados Unidos. A ideia buscava resolver congestionamentos e ampliar a mobilidade nas cidades por meio de pequenos veículos elétricos em trilhos leves, segundo o site Popular Science.

O conceito, desenvolvido em meio ao crescimento do trânsito urbano e às limitações do transporte coletivo tradicional, imaginava carros sem motorista operando em rede contínua, acessíveis sob demanda. Essa visão foi formalizada em um sistema chamado Veyar, apresentado em 1964, com inspiração em elevadores aplicados ao deslocamento horizontal.

Décadas depois, o que parecia inviável passou a ganhar novos contornos com empresas de veículos autônomos, que operam robotáxis em cidades norte-americanas atualmente. Ainda que sem trilhos ou infraestrutura dedicada, esses sistemas retomam a promessa de deslocamento individual automatizado, mas enfrentam desafios de integração urbana e tráfego.

A origem do conceito remonta aos trabalhos de Donn Fichter, engenheiro formado nos Estados Unidos, que propôs um sistema de circulação urbana baseado em veículos pequenos e autônomos. Consoante o relato histórico, ele comparou a lógica do deslocamento à de um elevador, mas adaptada ao movimento horizontal nas cidades.

O projeto ganhou forma no sistema Veyar, descrito como uma rede de carros elétricos capazes de operar sem motorista, acionados sob demanda e guiados por uma estrutura de trilhos leves instalados sobre vias já existentes. A proposta previa viagens diretas entre origem e destino, sem paradas intermediárias.

Durante as décadas seguintes, o conceito de transporte pessoal automatizado passou a ser discutido por engenheiros e urbanistas, principalmente diante do aumento da poluição e da dependência do automóvel individual. Ainda assim, a necessidade de infraestrutura complexa e tecnologias de controle avançadas impediu sua adoção ampla.

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