Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 27 de agosto de 2026 · 2 min de leitura ·

Mustang Dark Horse: como é dirigir um carro de 507 cv no trânsito de São Paulo

Mustang Dark Horse: como é dirigir um carro de 507 cv no trânsito de São Paulo

Uma delas é em uma pista, com espaço, segurança e alguém que realmente saiba o que está fazendo ao volante. Já tive essa oportunidade com o Mustang GT Performance, em uma experiência organizada pela Ford. Motoristas comuns, como eu, jamais conseguiriam extrair daquele carro o que ele conseguia.

Também não sou um jornalista automotivo com décadas testando esportivos. Sou um jornalista de um portal de tecnologia. E um bom motorista. Por isso, ao passar alguns dias com o novo Mustang Dark Horse, uma pergunta me interessava tanto quanto saber do que ele seria capaz em uma pista: como é dirigir um Mustang de 507 cv no trânsito de São Paulo?

O Dark Horse ocupa hoje uma posição bastante particular na família Mustang. Ele parte da sétima geração do esportivo, mas recebe um conjunto de modificações voltadas a aumentar sua capacidade dinâmica.

No Brasil, seu motor é o conhecido Coyote V8 aspirado de 5 litros, agora com 507 cv a 7.250 rpm e 567 Nm de torque a 4.900 rpm. A transmissão é exclusivamente automática de dez marchas, com possibilidade de trocas pelas aletas no volante, e a tração continua traseira.

Também não se trata simplesmente de colocar alguns cavalos extras em um Mustang GT e mudar os emblemas. O Dark Horse traz diferencial traseiro Torsen com sistema próprio de arrefecimento, suspensão adaptativa MagneRide com calibração específica, grandes freios Brembo e pneus mais largos atrás do que na dianteira.

Externamente, ele também deixa claro que não é o Mustang mais discreto da família. Há faróis escurecidos, rodas de 19 polegadas igualmente escuras, spoiler traseiro, quatro ponteiras de escape e os emblemas próprios da versão.

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