
O Japão enfrenta um período de instabilidade sísmica após o devastador terremoto de segunda-feira (1). A Agência Meteorológica do Japão, órgão governamental responsável pelas medições, reportou que, nas primeiras 24 horas após o evento, foram registrados impressionantes 201 novos tremores de terra em todo o país.
Noto e Niigata, localizados a mais de 250 quilômetros de Tóquio e banhados pelo Mar do Japão, têm sido os epicentros desses tremores. A localização geográfica dessas regiões, situadas entre a Ásia Continental e o arquipélago japonês, torna-as propensas a atividades sísmicas.
O terremoto do dia 1º já deixou pelo menos 57 mortos no Japão, com edifícios desabando nas províncias de Ishikawa, Niigata, Fukui, Toyama e Gifu. Ishikawa, em particular, testemunhou o colapso de 25 casas e o registro de 200 incêndios. As autoridades japonesas estão mobilizadas para lidar com as consequências desses eventos, enquanto a população se mantém em alerta diante da incerteza contínua.
Além dos desafios sísmicos, o país enfrentou outro golpe nesta terça-feira (2), quando duas aeronaves colidiram em Tóquio, resultando na morte de cinco pessoas. Uma das ae
Ana Figueiredo é editora de tecnologia do Olhar Digital. É formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
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