
O Acordo de Paris, assinado em dezembro de 2015, criou metas para que os países consigam manter o aquecimento global abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC.
Pelo texto, as nações ricas devem garantir um financiamento de US$ 100 bilhões por ano, e os compromissos deverão ser revistos a cada 5 anos.
Para tentar limitar a temperatura, a COP 28, a Cúpula do Clima da ONU, selou um compromisso pelo fim dos combustíveis fósseis, no fim do ano passado.
Todos esses dados são públicos, amplamente divulgados pela imprensa, estudados nas escolas e discutidos por políticos e cientistas.
Mas você já refletiu sobre o que eles realmente representam? Esse debate deve crescer nos próximos anos, sobretudo por que estamos muito próximos de romper a terrível barreira de 1,5ºC acima dos índices pré-industriais, ou seja, anteriores à Revolução Industrial (1850-1900).
Segundo informa o Programa Copernicus, da União Europeia, 2023 foi o ano mais quente da história! Pelo menos o mais quente dos últimos 125 mil anos.
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