
Imagens impressionantes de satélite feitas do espaço mostram uma grande quantidade de lava solidificada nas proximidades da pequena cidade de Grindavik, na Islândia. O local foi palco de duas erupções vulcânicas em menos de um mês.
As imagens de satélite foram tiradas em 27 de janeiro deste ano pela missão Copernicus Sentinel-2 da Agência Espacial Europeia (ESA). Elas mostram manchas escuras de lava solidificada perto de Grindavik, na Península de Reykjanes. A área se destaca em função do contraste da neve no local.
O satélite Copernicus Sentinel-2 da ESA já havia capturado sinais infravermelhos de fluxos de lava ativos em 17 de janeiro. Na época, as imagens apontaram que a lava continuava se aproximando da cidade.
O magma continuou a se acumular desde a última erupção, causando preocupações de que novas fissuras possam se abrir, segundo as autoridades islandesas. Modelos computacionais estão sendo atualizados para obter medições mais precisas da situação. As informações são da Space.com.
Neste momento, é desafiador determinar exatamente quanto magma se acumulou desde que a erupção terminou em 16 de janeiro. Os baixos níveis de atividade sísmica persistem e concentram-se principalmente em torno de Hagafell. A atividade sísmica atual se alinha com a observada na área após a erupção anterior.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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