
A Astronomia é uma ciência fascinante com suas descobertas e mistérios do Universo e milenarmente nos cativa com relatos, experiências e imagens. E entre tantos fenômenos, o pulsar é um dos mais impactantes.
Um pulsar é um tipo especial de estrela de nêutrons que gira muito rápido e emite raios de ondas de rádio. Os pulsares são altamente magnetizadas que se formam quando uma estrela é mais massiva que o Sol.
Os pulsares são os objetos celestes mais densos que podemos observar. Os seus campos magnéticos são tão fortes que eles canalizam os lançamentos de partículas em seus dois polos para produzir feixes de luz tão poderosos que, à medida que giram, podem ser vistos da Terra com o uso de um telescópio adequado.
Os pulsares são estrelas variáveis. Os pulsares de raios X são observados usando-se telescópios de raios X que são satélites em baixa órbita da Terra.
Pode parecer um conceito um tanto abstrato, como vários outros estudados pela Ciência, mas podemos comparar os pulsares como um farol capaz de guiar um navegante em mares vastos e escuros. Os pulsares também podem ser guias na imensidão de um oceano cósmico que é o Espaço.
O primeiro pulsar foi descoberto em 28 de novembro de 1967 pela astrofísica britânica Jocelyn Bell Burnell e pelo radioastrônomo Anthony Hewish. O pulsar, também conhecido como PSR B1919+21 ou PSR J1921+2153, está localizado na constelação de Vulpecula. A descoberta foi quase acidental e permitiu uma melhor compreensão do processo de evolução das estrelas.
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