Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 7 de maio de 2024 · 1 min de leitura ·

Animação mostra possível formação de próximo supercontinente da Terra

Animação mostra possível formação de próximo supercontinente da Terra

Há cerca de 200 milhões de anos, um evento monumental começou a moldar o mundo como o conhecemos hoje: a separação da Pangeia, o último supercontinente da Terra. 

Esse processo de fragmentação foi impulsionado pelas placas tectônicas em constante movimento, fenômeno complexo sobre o qual a ciência está em contínuo aprendizado, com os pesquisadores incessantemente refinando seus modelos para prever o futuro do planeta.

A descoberta das placas tectônicas é relativamente recente. Foi apenas na década de 1960, com o avanço de tecnologias como ecossondas e magnetômetros, que os cientistas puderam explicar os mecanismos por trás do movimento das placas. 

Antes disso, em 1912, o meteorologista alemão Alfred Wegener propôs a teoria da deriva continental e sugeriu a existência da Pangeia, o supercontinente que se despedaçou ao longo do tempo.

Desde então, os estudiosos têm trabalhado na construção de modelos de placas tectônicas, incorporando novos dados e considerando até mesmo a possibilidade de surgimento de novos continentes. 

Ao analisar como as marés são influenciadas pelo movimento das placas tectônicas, uma equipe de pesquisa desenvolveu um modelo que sugere a formação de um possível supercontinente no futuro.

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