Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 10 de maio de 2024 · 2 min de leitura ·

Confira o Olhar Digital News na íntegra (10/05/2024)

Confira o Olhar Digital News na íntegra (10/05/2024)

Na coluna Olhar Espacial de hoje, Marcelo Zurita fez uma viagem no tempo e falou de duas sondas espaciais que marcaram a história. Relembre esses fascinantes feitos da ciência!

O buraco na camada de ozônio sobre a Antártica tem gerado crescente preocupação entre cientistas e ambientalistas. Nos últimos anos, ele tem-se estendido até dezembro, uma mudança significativa em relação ao seu padrão tradicional de pico entre setembro e outubro. Essa persistência prorrogada está levantando temores sobre seu impacto na vida selvagem local.

Cientistas do observatório europeu Copernicus informaram, nesta semana, que abril de 2024 foi o 11º mês consecutivo no qual se quebrou recordes de calor na Terra. Esse dado considera a média de temperatura do ar do planeta.

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a mancha solar AR3664 vem crescendo consideravelmente há alguns dias e já se estende por quase 200 mil km de ponta a ponta. Isso quer dizer que ela está cerca de 15 vezes mais larga que a Terra, podendo ser vista facilmente usando óculos de proteção de eclipse. A região cresceu tanto que já se compara em tamanho e aparência visual à grande mancha que provocou o Evento Carrington, em 1859, a maior tempestade solar da história.

Usando o Telescópio Espacial James Webb (JWST), astrônomos descobriram que um planeta de lava quente escaldante, que se acredita ser composto de diamante, desenvolveu uma segunda atmosfera após ter a primeira destruída pela estrela que ele orbita. Essa é a conclusão de um estudo publicado nesta quarta-feira (8) na revista Nature.

Júlia Dal Rovere é estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e redatora no Olhar Digital.

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