
Uma matéria exclusiva do Wall Street Journal relata que o dono da SpaceX, Elon Musk, teria perseguido ao menos três funcionárias da companhia por conta de relações sexuais que manteve com essas mulheres durante o período em que elas atuaram na empresa.
O jornal alega que Musk teve relações sexuais com uma ex-estagiária da SpaceX, que mais tarde seria contratada para sua equipe executiva, e com uma outra funcionária.
Uma terceira mulher diz que Musk lhe pediu várias vezes para ter filhos, mas ela teria recusado. Em uma suposta represália, o bilionário negou-lhe um aumento e reclamou de seu desempenho na SpaceX.
Uma das mulheres com quem Musk teve um relacionamento sexual também atraiu a ira da presidente da SpaceX, Gwynne Shotwell, que a acusou de ter um caso com seu marido.
Para dar embasamento nas acusações contra Musk, o Wall Street Journal cita mensagens de texto, e-mails e outros documentos, além de basear sua matéria em entrevistas com mais de 48 pessoas, entre amigos e familiares das mulheres, além de ex-funcionários.
Na contramão das palavras de Shotwell, o The Verge publicou em 2021 uma matéria onde cinco ex-funcionários da SpaceX disseram que havia uma “cultura de assédio sexual” na empresa. Uma dessas mulheres descreveu vários casos em que foi apalpada.
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