
Pesquisadores identificaram um exoplaneta raro parecido com Netuno e seis vezes maior do que a Terra. Apelidado de “Planeta Fênix”, ele intriga os cientistas. O planeta deveria ter sido reduzido a apenas uma rocha sem atmosfera por causa da sua proximidade com o Sol. No entanto, isso não aconteceu.
A Jaxa, agência espacial japonesa, viajou mais de dois bilhões de quilômetros em busca de um asteroide que nos ajudaria a conhecer um pouco mais da história do Sistema Solar. Este feito grandioso foi realizado pela sonda Hayabusa. Esse é o tema da coluna Olhar Espacial desta sexta-feira (14), com Marcelo Zurita.
Na segunda-feira (10), o Olhar Digital noticiou que reflexos observados sob a calota polar sul de Marte, anteriormente interpretados como evidência de um lago de água líquida, na verdade eram apenas uma grande ilusão. Isso não significa, no entanto, que a busca esteja encerrada ou que seja impossível encontrar água em Marte – quer dizer, apenas, que foi comprovada a inexistência do lago que se presumia haver abaixo da superfície da calota polar sul do planeta.
Veja se não parece um roteiro de filme de Hollywood: um astronauta comandante da Estação Espacial Internacional (ISS) em perigo, sofrendo de doença de descompressão e uma médica-cirurgiã de voo na Terra presa no trânsito dando orientações que foram vazadas em uma transmissão ao vivo oficial da NASA, gerando comoção e provocando alarde nas redes sociais.
A heliosfera, formada por ventos solares, envolve todo o Sistema Solar, pressionando o espaço interestelar e protegendo os corpos dentro dela da radiação e dos raios galácticos. Agora, um grupo de pesquisadores descobriu que há dois milhões de anos a Terra pode ter ficado sem essa sua proteção.
Júlia Dal Rovere é estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e redatora no Olhar Digital.
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