
Eventos climáticos extremos devem ficar cada vez mais comuns, segundo os especialistas. Essa notícia é ainda mais impactante para moradores de regiões que já sofriam com fenômenos naturais adversos. A tendência é que a situação piore nos próximos anos.
Em Bangladesh, por exemplo, 80% do país é classificado como planície de inundação. Ou seja, quase todo o território nacional é suscetível às enchentes.
O mais grave disso tudo é que estamos falando de uma nação asiática pobre de 170 milhões de pessoas – e a maioria delas vive em áreas rurais. Ou seja, não tem dinheiro para grandes obras de prevenção nem contenção de danos.
Pensando nisso, uma arquiteta local desenvolveu, durante a pandemia, uma pequena casa elevada de baixo custo, cuja função é oferecer moradia aos mais necessitados, ao mesmo tempo em que dá certa proteção às mudanças climáticas.
A criação foi batizada de Khudi Bari, que significa pequena casa em bengali. Além da arquiteta Marina Tabassum, o projeto conta com a colaboração dos engenheiros do AKT II e da organização de ajuda humanitária FACE (Foundation for Architecture and Community Equity).
Financeiramente sim. Estimativas apontam que o custo total de uma mini casa dessas é de apenas US$ 380, algo em torno de R$ 2.050.
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