
Segundo cientistas, a última segunda-feira, 22 de julho, teve uma temperatura média do ar na superfície do planeta de 17,16°C. A marca superou em 0,06°C o registrado no dia anterior, quando os termômetros atingiram 17,09°C.
O novo recorde aconteceu no momento em que várias partes do planeta sofrem com fortes ondas de calor e incêndios florestais. Na China, por exemplo, algumas cidades superam os 42°C. Enquanto isso, regiões da Espanha podem experimentar um calor de impressionantes 44°C nos próximos dias.
Nos Estados Unidos, rajadas de vento e condições secas alimentam dezenas de incêndios florestais. O mesmo acontece no Canadá, onde milhares de pessoas tiveram de evacuar uma região próxima ao Parque Nacional Jasper em função da proliferação das chamas.
Até o extremo norte do planeta está enfrentando um calor sem precedentes. Fairbanks, no Alasca, deve atingir 31°C, enquanto as temperaturas em partes do Ártico canadense, russo e norueguês estão 9°C acima da média para esta época do ano.
Os cientistas afirmam que é possível que o dia mais quente da história volte a ser quebrado após as medições de terça ou quarta-feira desta semana. As informações são da Reuters.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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