
Até hoje, os cientistas tentam entender melhor a morte dos dinossauros, ocorrida há 66 milhões de anos e causada por enorme asteroide.
Agora, um novo estudo traz mais evidências de que a rocha teria vindo de uma família de objetos formada além da órbita de Júpiter. Além disso, esse tipo de objeto raramente impacta a Terra.
Segundo Fischer-Gödde, “é o prego no caixão. Essa assinatura de isótopo de rutênio que medimos não pode ser outra coisa senão um asteroide carbonáceo”.
Estudos passados apontaram assinaturas químicas na fronteira K-Pg, que também implicaram um asteroide carbonáceo na morte dos dinossauros que não eram aves, além de cerca de dois terços de todas as demais espécies na Terra.
Mas Fischer-Gödde e colegas se concentram, há anos, no rutênio. Por esse elemento estar ausente na Terra, são necessárias pequenas quantidades para associá-lo a impactos de asteroides do tipo carbonáceo, como o que dizimou os dinossauros.
Como base, Fischer-Gödde e colegas mediram rutênio em amostras de cinco outros impactos de asteroides ocorridos no período recente de 541 milhões de anos.
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