
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, entre esta terça (17) e quarta-feira (18), acontecerá um eclipse lunar parcial. Desta vez, o espetáculo conta com um toque de charme adicional, já que a protagonista da noite será uma Superlua. Você vai entender o porquê.
Mas, antes disso, vamos conhecer a dinâmica desse grande evento, que será visível por praticamente metade do mundo – incluindo todo o território brasileiro.
Em algumas regiões do planeta, o eclipse poderá ser visto do início ao fim, enquanto outras verão apenas parte dele, dependendo do horário em que a Lua nascer ou se pôr em cada localidade.
Conforme podemos verificar no mapa abaixo, as regiões que poderão contemplar o eclipse completo incluem partes do oeste da África e Europa, sul e leste da América do Norte, toda a América do Sul e partes da Antártida. O evento será parcialmente visível em uma vasta área que abrange Europa, África, América do Norte e do Sul, boa parte da Ásia, além dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, e ainda áreas do Ártico e Antártica.
A duração total do eclipse será de quatro horas e seis minutos, com a fase parcial durando uma hora e três minutos.
De acordo com a plataforma de observação astronômica Starwalk Space, durante o evento, apenas 3,5% da Lua parecerá escurecida, como se um pequeno pedaço tivesse sido arrancado. A maior parte do eclipse será penumbral, ou seja, o disco lunar escurecerá levemente ao passar pela sombra penumbral da Terra, enquanto um “mordisco” escurecido aparecerá em uma borda da Lua ao atravessar a sombra umbral.
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