
Aonde a praticidade chega, eles desaparecem! Pratos tradicionais e ricos pela cultura de diversas regiões do Brasil já não são tão atrativos em muitos lares. Talvez em razão de o preparo exigir maior tempo e, por consequência desse desinteresse a falta do incentivo à produção, alguns alimentos estão ameaçado de extinção.
Dessa forma, por falta de consumo e cultivo alguns alimentos podem ser extintos. Isso pode parecer estranho, mas é uma realidade. São mais de 5.952 comidas que estão em risco de desaparecerem. Os dados são do catálogo mundial de alimentos em extinção, do movimento Slow Food, da Arca do Gosto.
O guaraná-nativo é uma semente brasileira, considerada uma das nossas riquezas naturais. No entanto, está na lista dos alimentos ameaçados de extinção e corre o risco de empobrecer geneticamente.
Contudo, já existe um projeto do Slow Food, elaborado para evitar que o guaraná desapareça. A Slow Food é uma organização fundada na Itália, e foi criada para defender a biodiversidade alimentar e tradições gastronômicas em diversos países.
No Brasil, o projeto tem por objetivo fazer a proteção dessa cultura, que é tradicional na região norte do país, composta por Amapá, Tocantins, Amazonas, sul da Bahia e norte do Mato Grosso. De forma que os profissionais da fundação criam técnicas adequadas de plantio para produção do guaraná.
Um dos alimentos ameaçados de extinção muito presente na cultura da região sul do Brasil é o pinhão. O carboidrato que é rico em fibras e gordura é uma semente da árvore araucária.
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