
O uso da energia nuclear para a transição energética vem ganhando defensores e projetos, já que, mesmo produzindo rejeito radioativo – que precisa ser armazenado com cuidado –, as usinas atômicas não emitem gases de efeito estufa, sendo uma boa alternativa.
Contudo, o setor não está apostando necessariamente em empreendimentos de grande porte, que demandam grandes investimentos e demoram décadas para ficar prontos. Em vez disso, a aposta são os pequenos reatores nucleares, chamados de SMRs (Small Modular Reactors).
Por estarem em alta no setor de energia, os pequenos reatores nucleares estão sendo cada vez mais comentados. Para entender um pouco mais sobre o que eles são e como funcionam, confira abaixo a matéria que preparamos sobre o assunto.
Reatores modulares pequenos, também chamados de SMRs (Small Modular Reactors em inglês), são reatores de fissão nuclear que têm em torno de 10% do tamanho de um reator convencional.
Os primeiros reatores nucleares pequenos foram desenvolvidos a partir dos anos 1950 e 1960 para uso militar e em submarinos nucleares, porque precisavam ser compactos, eficientes e seguros para operar em locais limitados.
Por serem modulares, podem ser produzidos de forma padrão em uma fábrica e depois transportados para o local onde a energia será gerada. Isso reduz custos e facilita a ampliação das usinas, que podem começar operando com um módulo e acrescentarem outros depois.
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