
O ciclone subtropical que atingiu o Rio Grande do Sul causou diversos estragos. Além dos alagamentos, destelhamentos e quedas de árvore, o fenômeno, que recebeu o nome de Biguá, provocou momentos de tensão durante um voo.
Um Boeing 737 da Gol, com destino a Porto Alegre, precisou realizar um pouso de emergência na base aérea de Canoas, localizada a 19 km da capital gaúcha. Apesar do susto, o avião, que partiu de Guarulhos, em São Paulo, conseguiu pousar e ninguém ficou ferido.
Segundo a companhia aérea, o piloto tentou pousar no Aeroporto Salgado Filho, mas não conseguiu devido a problemas técnicos em uma das superfícies de controle. O avião, então, arremeteu e seguiu para Canoas.
O piloto do voo G3 1885 acionou o código “PAN PAN”, que é utilizado para sinalizar uma emergência que requer atenção, mas não é considerada uma situação crítica. Ele precisou realizar manobras de espera antes de iniciar a descida para a pista da base aérea.
Havia 186 pessoas a bordo da aeronave. A Gol afirmou que todas as medidas necessárias foram adotadas para garantir a segurança dos passageiros.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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