
Existem animais que não envelhecem como os seres humanos e, à medida que o tempo passa, o risco de mortalidade se torna estável ou até mesmo diminui. Essa característica se chama de senescência negligível.
Seres humanos estudam esses animais com o objetivo de conseguir pistas sobre a nossa própria biologia e melhorar a saúde das pessoas.
O termo senescência diz respeito a alterações no organismo ao envelhecer que são comuns a uma mesma espécie, mas que não envolvem doenças, de acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
No caso dos seres humanos, a perda de memória (sem que isso faça parte do quadro de uma doença como Alzheimer) é um exemplo de senescência.
Já a senescência negligível é quando o risco de mortalidade não aumenta com o avanço da idade. Na maioria das espécies, a mortalidade aumenta com a idade, caracterizado comumente pela lei de Gompertz.
Alguns estudos recentes indicam que algumas espécies com grande longevidade não alteram sua expressão genética tanto quanto as demais. Mas o motivo por trás da senescência mais lenta de alguns animais ainda não é entendida em sua totalidade.
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