
Além do nome de um belíssimo filme dirigido por Guillermo del Toro (vale relembrar), o Círculo de Fogo do Pacífico é um lugar real, fascinante e assustador. Trata-se de uma zona de intensa atividade sísmica e vulcânica que circunda o Oceano Pacífico.
Apesar do nome, ele tem forma de ferradura e se estende por 40 mil quilômetros, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (Noaa, na sigla em inglês). Ele vai desde o sul da América do Sul, passa pela costa oeste da América do Norte, cruza o Estreito de Bering e chega ao Japão e à Nova Zelândia.
(Curiosidade: se você considerar os vulcões ativos e inativos localizados na Antártica, dá para literalmente fechar o círculo, conforme apontado pela National Geographic.)
O Círculo de Fogo do Pacífico é formado pelo encontro de várias placas tectônicas. Essas placas estão em constante movimento. E quando colidem, se separam ou deslizam umas sobre as outras, liberam energia. É isso que causa terremotos e erupções vulcânicas, por exemplo.
Confira abaixo algumas características importantes do Círculo de Fogo do Pacífico:
Também vale mencionar: o Círculo de Fogo abriga fossas oceânicas profundas, como a Fossa das Marianas; e inclui grandes cadeias montanhosas, como a Cordilheira dos Andes e o Monte Fuji.
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