
As piranhas são frequentemente retratadas como devoradoras implacáveis de humanos em filmes e histórias, mas na realidade, elas não têm interesse em carne humana.
De acordo com Karl Smallwood, do portal Today I Found Out, estudos mostram que as piranhas são tímidas, onívoras e preferem se alimentar de carcaças de animais mortos, em vez de atacar presas vivas.
Embora possuam dentes afiados e uma mordida poderosa, os ataques a humanos são raros e geralmente ocorrem em situações específicas, como em períodos de escassez de alimento ou quando se sentem ameaçadas.
O mito sobre a ferocidade das piranhas foi alimentado por relatos como o de Theodore Roosevelt, que em 1913 presenciou um ataque a uma vaca.
Pescadores, naquela ocasião, arrastaram uma vaca ainda viva a um rio cheio de piranhas, que prontamente atacaram. O episódio teria deixado Roosevelt horrorizado, e como resultado descreveu o incidente em seu livro. “Through the Brazilian Wilderness” (Nas Selvas do Brasil).
No livro, ex-presidente dos EUA conta a história de uma maneira que faz parecer que as piranhas são mais perigosas do que realmente são, e uma ameaça para os humanos.
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