Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 28 de janeiro de 2025 · 1 min de leitura ·

Queima de restos de madeira piora qualidade do ar na Amazônia

Queima de restos de madeira piora qualidade do ar na Amazônia

A combustão de detritos lenhosos é a principal causa da piora da qualidade do ar em períodos de incêndios na Amazônia e no Cerrado, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (27) pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Os cientistas analisaram dados coletados por satélites na temporada de queimadas nos dois biomas no ano de 2020. Todos os detalhes foram considerados: tipos de combustível, condições de umidade e comportamento de queima.

Ao analisarem os resultados, os cientistas descobriram que os restos de madeira representam 75% do total de biomassa viva e morta queimada. Isso contribuiu para emissões desproporcionalmente altas de poluentes atmosféricos, de acordo com o artigo.

Na prática, os incêndios florestais na Amazônia consumiram cerca de 372 milhões de toneladas de biomassa seca naquele ano, resultando na emissão de 40 milhões de toneladas de monóxido de carbono.

Bruna Barone é formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Atuou como editora, repórter e apresentadora na Rádio BandNews FM por 10 anos. Atualmente, é colaboradora no Olhar Digital.

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

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