
Na vastidão do cosmos, astrônomos encontraram diversos tipos de exoplanetas com as mais extremas situações. Alguns são bolas de fogo com temperaturas infernais, um é feito parcialmente de diamante e outro pode chover ferro derretido.
No entanto, nem todos os astros são radicais em sua composição. Alguns são planetas rochosos, de tamanho próximo ao da Terra e nas Zonas Habitáveis (HZ) de suas estrelas. Poderia a vida terrestre simples viver em alguns desses mundos?
Atualmente, a HZ é descrita como a região de um sistema solar onde é possível encontrar água líquida. Se um planeta estiver à distância certa de sua estrela para hospedar recursos hídricos superficiais em estado líquido, ele será considerado dentro da Zona Habitável.
Porém, novas pesquisas têm adotado uma abordagem diferente. O enfoque é no papel que a atmosfera desempenha na chance de seres vivos habitarem um astro.
Em uma nova pesquisa, uma equipe científica decidiu testar a influência do meio atmosférico no desenvolvimento da vida simples. Liderados pela pesquisadora Arsena Kuzucan, o grupo simulou em laboratório como seria o ambiente em mundos além do Sistema Solar.
Os cientistas escolheram bactérias E. coli, organismo muito comum na Terra, para ver como elas poderiam crescer e sobreviver. As composições atmosféricas eram: ar padrão (Terra), CO2 puro, rico em N2, rico em CH4 e hidrogênio molecular (H2) puro.
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