
O dicionário é algo em constante transformação. Isso acontece porque o mundo está sempre mudando, criando a necessidade do desenvolvimento de novas palavras e conceitos que traduzam o que está acontecendo.
Esses neologismos ou expressões ampliam nossa capacidade de comunicação e compreensão do mundo, dando vazão a transformações culturais e tecnológicas que vivemos. E é exatamente o que acontece com a língua portuguesa.
Além de Nomofobia, a língua portuguesa ganhou outras palavras. É o caso de apneísta, que se refere a um atleta que pratica o mergulho em apneia, uma modalidade em que o mergulhador prende a respiração voluntariamente para permanecer submerso pelo maior tempo possível, atingir grandes profundidades ou percorrer distâncias.
Outro termo é criovulcão, um tipo de vulcão encontrado em corpos celestes gelados, como luas de planetas distantes, que emite substâncias como vapor de água, gelo, amoníaco e metano, em vez de lava. Esses fenômenos geológicos ocorrem em ambientes extremamente frios e são estudados pela astrobiologia, pois podem indicar a presença de condições propícias à vida.
O nosso vocabulário também passa a contar com a palavra handbike. Ela designa um veículo adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, como paraplégicos e tetraplégicos, que funciona como uma bicicleta impulsionada pelas mãos, por meio de manivelas. Pode ser usada para passeios, competições esportivas ou atividades de lazer, e alguns modelos incluem encostos para maior conforto.
Além disso, o microplástico passa a fazer parte oficialmente da língua portuguesa. A palavra define as partículas de plástico que medem entre 0,001 mm e 5 mm. O termo ganhou destaque com a crescente conscientização sobre os impactos da poluição plástica.
Entre para comentar.