
Das invenções humanas, a bomba nuclear é a com maior capacidade de causar catástrofes colossais. Por isso, abrigos subterrâneos conhecidos como “bunkers” foram criados para proteger as pessoas dessas potentes armas de destruição em massa. Porém, a verdade é que essas estruturas podem ser menos eficiente do que o imaginado.
“Tudo depende de onde está o bunker e da qualidade da bomba”, disse Norman Kleiman, professor associado de ciências da saúde ambiental e diretor do curso de treinamento de oficial de segurança contra radiação da Universidade de Columbia, ao site Live Science.
De acordo com o professor, os abrigos antiaéreos surgiram no período da Guerra Fria. Nesse momento, os EUA e a União Soviética viviam uma tensão mutua em relação a um conflito com o uso de armas nucleares.
Os governos dos dois países desenvolveram programas para construir bunkers em edifícios públicos importantes. O objetivo era encorajar os indivíduos a construir seus próprios abrigos em casa. Para Kleinmen, é possível que algumas pessoas do ramo de construção estivessem procurando ganhar dinheiro em meio a crise.
Um bunker não garante necessariamente segurança no caso de uma explosão nuclear. A eficiência do edifico depende da potência da bomba e da qualidade da estrutura.
As armas atuais são bastante diferentes das desenvolvidas em meados do século XX. Atualmente, esse tipo de explosivo é muito mais poderoso, em grande parte porque detonam através de uma reação diferente das bombas do passado.
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