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Julia Monteiro
Julia Monteiro
Inteligencia Artificial · · 2 min de leitura ·

Stephen Hawking defende 23 princípios para impedir que robôs dominem o mundo

Stephen Hawking defende 23 princípios para impedir que robôs dominem o mundo

O que você precisa saber

O Future of Life Institute, um instituto voltado a garantir que a inteligência artificial seja benéfica para os seres humanos, divulgou recentemente uma série de princípios a serem seguidos por empresas que investem no setor. O instituto tem entre seus sócios o físico Stephen Hawking e o CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, que apoiaram os princípios.

Eles são divididos em três categorias: Questões de Pesquisa, Ética e Valores e Questões de Longo Prazo. Os princípios foram debatidos e estabelecidos em uma reunião do instituto em 2017 e, além dos apoiadores já citados, contam também com o suporte de pessoas como Demis Hassabis (o CEO da DeepMind, empresa de inteligência artificial do Google) e Yan LeCun (diretor de pesquisa em inteligência artificial do Facebook).

“Inteligência artificial (IA) já nos deu ferramentas benéficas que são usadas diariamente por pessoas no mundo todo. Seu desenvolvimento continuado, guiado pelos seguintes princípios, oferecerá oportunidades deslumbrantes para ajudar e empoderar pessoas nas décadas e séculos por vir”, diz o instituto. Os 23 princípios podem ser lidos abaixo, em tradução livre:

1) Meta da pesquisa: O objetivo da pesquisa em IA não deve ser criar inteligência não-direcionada, mas criar inteligência benéfica.

2) Fundos da pesquisa: Investimentos em IA devem ser acompanhados por investimentos em pesquisa para garantir seu uso benéfico, incluindo questões polêmicas de ciência da computação, economia, direito, ética e estudos sociais, tais como: como podemos aumentar nossa prosperidade por meio da automação e, ao mesmo tempo, manter os recursos e propósitos das pessoas?

3) Ligação ciência-política: Deve haver um diálogo saudável e construtivo entre pesquisadores de IA e agentes reguladores.

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